Pagamento do IPVA 2026 exige planejamento para evitar prejuízos e escolher a melhor opção
Com início dos vencimentos em janeiro, motoristas precisam avaliar entre desconto à vista ou parcelamento do imposto
RuA Francisquinho Dias / Márcio Chaves O pagamento do IPVA 2026 já está em andamento no Estado de São Paulo e exige organização financeira por parte dos proprietários de veículos. O calendário começou na segunda-feira para placas com final 1 e segue ao longo do mês conforme o número final da placa. A decisão entre pagar à vista, com desconto, ou parcelar em até cinco vezes depende do impacto no orçamento e da reserva financeira disponível.
Desconto ou parcelamento: o que vale mais a pena?
Quem optar pelo pagamento à vista em janeiro garante desconto de 3%. No entanto, especialistas apontam que a diferença financeira entre pagar integralmente ou parcelar é pequena. Em muitos casos, o rendimento de uma aplicação financeira pode se aproximar do valor do desconto, mas o Imposto de Renda sobre os rendimentos tende a neutralizar esse ganho.
Assim, a recomendação é considerar dois fatores principais:
- Liquidez: se o pagamento integral comprometer a reserva de emergência, o parcelamento é mais indicado.
- Organização financeira: para quem tem o valor disponível, quitar o imposto elimina preocupações futuras.
Alíquotas do IPVA 2026
As alíquotas permanecem as mesmas em São Paulo:
- 4% para carros de passeio
- 2% para motocicletas, caminhonetes simples, ônibus e micro-ônibus
- 1,5% para caminhões
- 1% para veículos de locadoras
O valor do imposto é calculado com base na Tabela Fipe, que registrou valorização média de 2,51% nos veículos em 2025.
Isenções e benefícios ambientais
Veículos híbridos até R$ 250 mil continuam isentos de IPVA no Estado. Caminhões e ônibus movidos a gás natural ou biometano também têm benefício. Já veículos elétricos não contam com isenção estadual, mas na capital paulista há devolução de 50% do valor pago, limitada a R$ 3.500.
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