Janeiro Branco chama atenção para a saúde mental e o enfrentamento das doenças psiquiátricas

Campanha reforça importância do diálogo, do cuidado emocional e da redução do preconceito

Jornal Democrata, edição 1905 de 10 de janeiro de 20206
Janeiro Branco chama atenção para a saúde mental e o enfrentamento das doenças psiquiátricas

O que é o Janeiro Branco e por que ele é importante?

O mês de janeiro é marcado, no município, pela campanha Janeiro Branco, iniciativa voltada à conscientização sobre a saúde mental e emocional. A ação foi instituída por meio da Lei Municipal nº 6.575/2025, de autoria dos vereadores Rafal Kocian e Priscila Abreu, e busca estimular o diálogo aberto sobre o tema, além de combater o estigma que ainda envolve as doenças psiquiátricas.

A campanha ganha relevância diante do crescimento expressivo dos transtornos mentais na sociedade contemporânea, fenômeno apontado por organismos nacionais e internacionais como um dos grandes desafios de saúde pública da atualidade.




Quais doenças estão em evidência?

Dados oficiais indicam que condições como depressão, ansiedade, transtornos do humor e síndromes associadas ao estresse já assumem características de uma verdadeira epidemia silenciosa. A depressão, em especial, figura entre as principais causas de incapacidade no mundo, afetando pessoas de diferentes idades, classes sociais e contextos culturais.

Ao contrário do senso comum, esses transtornos não se resumem a tristeza momentânea ou fragilidade emocional. São doenças que podem comprometer de forma significativa a capacidade de trabalhar, estudar, manter relações sociais e realizar atividades básicas do cotidiano.

Por que falar sobre saúde mental ainda é essencial?

O Janeiro Branco propõe uma reflexão coletiva: como cada pessoa tem cuidado da própria saúde emocional e da saúde mental de quem está ao seu redor? A campanha defende que falar sobre o tema é fundamental para o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e a redução do preconceito que ainda dificulta a busca por ajuda especializada.

Qual o papel da família e da sociedade?

A participação da família é considerada decisiva, tanto para a identificação dos primeiros sinais de sofrimento psíquico quanto para a adesão ao tratamento. Escuta ativa, acolhimento, compreensão e ausência de julgamentos são atitudes que contribuem diretamente para a recuperação e para a qualidade de vida do paciente.

Da mesma forma, a sociedade tem papel central nesse enfrentamento. Ambientes de trabalho mais humanos, escolas atentas à saúde emocional dos alunos, políticas públicas eficazes e ampliação do acesso a serviços de saúde mental são medidas indispensáveis para atender à crescente demanda por acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

Cuidar da mente também é cuidar da saúde













O Janeiro Branco reforça que cuidar da mente é tão importante quanto cuidar do corpo. Reconhecer o sofrimento psíquico como questão de saúde pública, estimular o diálogo e fortalecer redes de apoio são caminhos essenciais para a construção de uma sociedade mais consciente, solidária e saudável.

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