Paula Winitski

Liberdade!


Liberdade! Jornal Democrata, edição 1907 de 24 de janeiro de 2025

Oi, meu amor...

Você sabia que o Hino da Independência do Brasil foi D. Pedro I que fez a música?

Você sabia que o povo brasileiro o cantava de peito aberto e amando cada letra? Esse Hino era cantado sempre, até que fizeram o Hino Nacional. 

Mesmo assim, levou um tempo para aceitarem, pois o Hino da Independência tem um ritmo de marcha, que nos faz entrar no amor à Pátria, querer defende-la e se juntar com D. Pedro I.

D. Pedro I, quebrou os grilhões da nossa escravidão. Deixou sua própria terra para defender a nossa.



Dom Pedro Primeiro - Pintura em óleo, aprimorada com I.A.


Havia urgência em suas palavras, como hoje, nossa urgência é contra nós mesmos. Que tristeza essa realidade tão injusta ao nosso povo!

Vamos relembrar o Hino da Independência?

I.                                  

II.                               

“Já podeis, da Pátria filhos,           

Ver contente a mãe gentil;             

Já raiou a liberdade,                       

No horizonte do Brasil.                  

Já raiou a liberdade,                        

Já raiou a liberdade,

No horizonte do Brasil.                  

Côro:

Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.

Ou ficar a Pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.

II.

Os grilhões que nos forjava

Da perfídia astuto estratagema

Houve mão mais poderosa,

Zombou deles, quebrou a gema

Houve mão mais poderosa,

Houve mão mais poderosa,

Zombou deles, quebrou a gema.

III.

Não temais ímpias falanges

Que apresentam face hostil;

Vossos peitos, vossos braços

São muralhas do Brasil.

Vossos peitos, vossos braços

Vossos peitos, vossos braços

São muralhas do Brasil.

IV.

Parabéns, ó brasileiros!

Já com garbo varonil,

Do universo entre as nações

Resplandece a do Brasil

Do universo entre as nações

Do universo entre as nações

Resplandece a do Brasil!”


Nós perdemos o amor à Pátria, viramos uma sociedade que quer tirar vantagem de tudo e de todos?

Onde está nosso brio, nossa identidade, nossa força como brasileiros? 

Morreríamos pela Pátria?

Sei que havia muita política envolvida, assim como hoje, na época da Independência, mas precisamos ter a consciência que a vida é mais do que estamos acostumados. 

O comodismo e o imediatismo nos prenderam mentalmente, precisamos de um libertador!

Nós somos brasileiros e cristãos, devemos ver a vida além da superficialidade!

Temos o libertador: Jesus, que nos deu tudo de Si, para que sejamos livres.

D. Pedro I teve que se decidir, largar a velha identidade de Príncipe de Portugal ou libertar o Brasil.

Jesus teve que decidir, se tornar criatura para vir nos salvar!

Então, porque aceitamos uma realidade menor, infimamente menor do que nós merecemos? 

Não quero juntar política com religião, gostaria apenas de despertar sua consciência de Filho de Deus, com nossa realidade, nosso amor que vem de Jesus.  

Uns pelos outros... 

Um amor que nos faz sentir a dor do outro, que nos faz mover montanhas em nome de Jesus. 

Não para benefício próprio, mas para a união da sociedade e uma Pátria mais justa, que quer a realidade de amor e justiça do céu na terra.

O grito de D. Pedro I ficou na história, mas o grito de Jesus: “Está consumado!” fez a inversão da realidade dos filhos de Deus. Não há mais aprisionamento. O mal está vencido, mas precisamos nos conscientizar disso, precisamos viver com a identidade de Jesus!

Salvadores políticos vem e vão, mas a nossa liberdade como Pátria amada só vem com cada um de nós sendo de Jesus e tendo sabedoria e discernimento do céu. 

Erga a sua cabeça, depois de conversar com Jesus. 

Seja a mudança que você quer para o Brasil. 

Seja íntegro, com sua consciência renovada no amor de Jesus, com a capacitação do Espírito Santo, cuide da sua família, lute pela sua família, mas nossa esperança é em Jesus!

O nosso Pastor cuida de nós e nos mostra como agir!

A vida é tão imprevisível, mas a certeza é clara: o bem venceu o mal, falta só uma questão de tempo!

Erguei a fronte, ó povo de esperança!

O grito de outrora hoje ganha a memória:

A Pátria não é de quem o poder alcança,

Mas de quem escreve com Deus a sua história.

Não vos vendais à astuta perfídia,

De quem usa o cetro para o próprio ganho;

Pois contra a treva de qualquer insídia,

Há um Pastor que protege o Seu rebanho.

Se a política falha e o homem corrompe,

Olhai para Jesus, o Logos da verdade;

É Sua Palavra que o grilhão rompe,

E traz ao Brasil a real liberdade.

Vossos braços são fortes, vossas vozes são coro,

Não ameis o partido, mas o solo natal!

O amor à Pátria é o maior tesouro,

Quando o Reino de Deus é o ideal final.

Que a “gema” do erro seja hoje partida,

Pela mão poderosa do Deus que é Amor;

Uma Pátria livre, uma alma remida,

Sem medo do homem, sem sombra ou temor.

Brasil, levanta! 

O Kairós chegou!

Em Cristo, o domínio do mal se consome.

Pois só é livre o homem que se libertou,

Vivendo na terra, mas honrando o Seu nome.

Talvez, esse fosse uma fala de D. Pedro I para nós!

Beijinhos...

Paula Winitski



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