Força-tarefa é criada para combater furtos em propriedades rurais na região

DIG/DISE da Delegacia Seccional de Casa Branca vai investigar furtos de pivôs, fios, motores e transformadores; polícia pede colaboração dos produtores rurais

Polícia Civil
Força-tarefa é criada para combater furtos em propriedades rurais na região Delegado Wanderley Fernandes Martins Júnior da DIG/DISE de Casa Branca

A Delegacia Seccional de Polícia de Casa Branca informou nesta quarta-feira, 2 de setembro, a criação de uma Força-Tarefa para investigar e combater furtos de equipamentos utilizados em propriedades rurais da região. Entre os materiais alvo dos criminosos estão pivôs de irrigação, fios, motores de pivôs e transformadores.

Segundo o delegado Wanderley Fernandes Martins Júnior, da DIG/DISE da Delegacia Seccional de Casa Branca, os crimes vêm ocorrendo na região de Casa Branca e também alcançando áreas de São João da Boa Vista.

Em vídeo divulgado pela Delegacia Seccional, o delegado pediu a colaboração dos proprietários e trabalhadores rurais para auxiliar as investigações. A orientação é que situações suspeitas sejam comunicadas às autoridades, especialmente quando houver pessoas ou veículos desconhecidos circulando nas proximidades das propriedades.

Informações sobre possíveis autores ou movimentações suspeitas podem ser encaminhadas de forma sigilosa pelo Disque-Denúncia 181. Em situações que exijam intervenção imediata, a recomendação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.

A força-tarefa deverá atuar tanto na identificação dos responsáveis pelos furtos quanto na investigação da possível cadeia de receptação dos materiais. O delegado afirmou que a Polícia Civil também pretende investigar e responsabilizar pessoas que adquiram os equipamentos provenientes dos crimes.

Nós vamos para cima!”, declarou Wanderley Fernandes Martins Júnior ao reforçar o compromisso da Polícia Civil com o combate a esse tipo de ocorrência.

A preocupação com os furtos em propriedades rurais envolve não apenas o prejuízo causado pela retirada dos equipamentos, mas também os impactos sobre a atividade agrícola, já que a subtração de motores, fios, transformadores e componentes de sistemas de irrigação pode comprometer o funcionamento das estruturas utilizadas pelos produtores.




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