Sirât

Drama intenso transforma jornada pelo deserto em reflexão sobre fé, culpa e sobrevivência

Jornal Democrata, edição 1912 de 28 de fevereiro de 2026
Sirât Divulgação
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Sirât é um drama de forte carga simbólica que utiliza a travessia pelo deserto como metáfora para conflitos internos e dilemas morais. O título faz referência ao conceito islâmico de “ponte” ou “caminho”, associado à passagem espiritual — ideia que sustenta toda a construção narrativa do longa.

Enredo (sem spoilers)

A história acompanha personagens que se veem obrigados a atravessar uma região árida e hostil, enfrentando desafios físicos e emocionais. Mais do que uma jornada geográfica, trata-se de uma travessia interior: cada decisão tomada carrega peso ético, espiritual e humano.

O roteiro evita excessos dramáticos e constrói tensão de forma gradual, apoiando-se em diálogos densos e silêncios significativos.

Aspectos técnicos

Fotografia: O deserto é explorado como elemento narrativo, com planos abertos que reforçam solidão e vulnerabilidade.

Direção: Contida e reflexiva, privilegiando atmosfera e profundidade psicológica.

Trilha sonora: Discreta, valorizando sons naturais e pausas dramáticas.

Temas centrais

  • Fé e espiritualidade
  • Culpa e redenção
  • Limites da resistência humana
  • Escolhas morais em situações extremas

O filme dialoga com o espectador ao propor que o verdadeiro “sirât” pode ser o caminho que cada indivíduo percorre internamente diante da adversidade.

Avaliação











Não é um filme de ação nem de entretenimento leve. Trata-se de um drama contemplativo, indicado para público que aprecia narrativas simbólicas e reflexivas. A obra aposta na força da imagem e da introspecção, mais do que em reviravoltas convencionais. Assista ao Trailer clicando AQUI.

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