Menino de 8 anos relata possível violência sexual e caso gera comoção
Suspeito admitiu envolvimento em conduta irregular e confessou a terceiros a prática da conduta
Imagem meramente ilustrativa Um menino de 8 anos, de uma família em situação de vulnerabilidade social, foi abordado por um homem de aproximadamente 50 anos, pintor de paredes, sob a promessa de entrega de doações de roupas e calçados no bairro Natal Merli onde ambos moram em São José do Rio Pardo.
Segundo relato posterior feito pela criança à família, teriam ocorrido fatos de natureza gravíssima, com o acusado o levando a própria casa, trancado a porta, despido a criança e a si e deitado na própria cama onde os atos aconteceram
A situação passou a ser conhecida na comunidade ao longo dos dias seguintes.
Na quinta-feira, populares teriam localizado o suspeito em um estabelecimento comercial e o confrontado.
O acusado admitiu a terceiros ter levado a criança para sua casa, admitiu tê-la despido, bem como a si, admitiu tê-la deitado na própria cama consigo, mas negou parte dos atos libidinosos - confessando, contudo, outros, com uma naturalidade assustadora, atribuindo o fato a haver “bebido”.
A Polícia Militar foi acionada por populares diante da confissão do acusado, que conseguiu evadir-se do local. A Polícia Militar informou que não poderia perseguir o acusado e realizar prisão no momento, sob a justificativa de ausência de flagrante delito.
O suspeito, sob risco de ser linchado, deixou o local e não foi mais localizado até a última atualização.
Há informações de que a família teria registrado boletim de ocorrência, porém em confirmação junto polícia civil a reportagem apurou que até o fechamento desta edição os fatos não teriam ainda sido levados a conhecimento da Polícia Civil em São José do Rio Pardo.
Também não há confirmação sobre eventual encaminhamento do caso à rede municipal de assistência social.
A forma como a criança, de 8 anos, conta os fatos choca, gera indignação e imprime notável verossimilhança a alegação - já que há questões próprias da prática sexual entre adultos que uma criança de 8 anos sequer deveria ter conhecimento.
A divergência final fica com a criança expondo que o acusado aliviou-se ao final sobre seu corpo enquanto, na conversa com populares, o acusado disse ter ido se aliviar ao final no banho, não sobre a criança - a narrativa do acusado gera ainda mais revolta em quem ouve.
O caso gerou forte comoção entre moradores e promete desdobramentos.







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